Operação contra Aedes encontra mais de 30 mil pneus em depósito clandestino de Ernestina
Em pleno Dia D de combate ao mosquito Aedes aegypti, uma situação
impressionou agentes de saúde do Batalhão Ambiental da Brigada Militar
que foram verificar um depósito irregular de pneus no interior de
Ernestina, na Região Norte do Rio Grande do Sul. O grupo foi até a área
particular fazer a coleta de amostras e, segundo estimativa feita a
partir do levantamento fotográfico aéreo, cerca de 30 mil pneus estão
abandonados no local.
Na segunda-feira (15), o batalhão vai buscar ajuda junto ao Ministério Público para tentar solucionar o caso o mais rápido possível. Uma das alternativas emergenciais que deve ser tomada para evitar focos do mosquito no local é cobrir os milhares de pneus até que se tenha um destino definitivo para eles.
A medida ainda vai ser avaliada. O proprietário do terreno não apareceu no momento da ação.
Dia Nacional de Mobilização Zika Zero
Neste sábado foi dada a largada do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, que no Rio Grande do Sulconta com a mobilização de 25 mil militares do Exército Brasileiro. Em Porto Alegre, o lançamento do ato contou com a presença do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga.
“Não podemos deixar que esse mosquito nasça, um mosquito que transmite doenças”, afirmou Braga em um ato iniciado por volta das 8h30 na Zona Leste de Porto Alegre. “Sem nenhuma dúvida é uma oportunidade do Brasil demonstrar que unidos podemos vencer as dificuldades. Já fui governador do Amazonas e já enfrentei esse mosquito. Sei da união que é necessária para vencer essa situação”, completou, citando sua experiência com o tema.
Ele ressaltou ainda a necessidade de acabar com os criadouros dentro dentro de casa, uma vez que as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, segundo Braga, podem afetar toda uma geração. “(os mosquitos) Te atactam e também transmitem doenças que podem te matar e, no caso da microcefalia, afetar toda uma geração de brasileiros”.
Já o governador José Ivo Sartoti lembrou da mobilização vivida em Porto Alegre após o temporal do dia 29 de janeiro, quando o vento de mais de 120 km/h derrubou árvores e deixou bairros por dias sem fornecimento de energia elétrica e água. “Tivemos um belo exemplo com a catástrofe que abalou a capital, de que a mobilização foi quase uma preparação para essa mobilização nacional”, afirmou.
Após o lançamento da mobilização, autoridades acompanham militares do Exército brasileiro durante a visita a algumas residências e estabelecimentos comerciais.
Na segunda-feira (15), o batalhão vai buscar ajuda junto ao Ministério Público para tentar solucionar o caso o mais rápido possível. Uma das alternativas emergenciais que deve ser tomada para evitar focos do mosquito no local é cobrir os milhares de pneus até que se tenha um destino definitivo para eles.
A medida ainda vai ser avaliada. O proprietário do terreno não apareceu no momento da ação.
Dia Nacional de Mobilização Zika Zero
Neste sábado foi dada a largada do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, que no Rio Grande do Sulconta com a mobilização de 25 mil militares do Exército Brasileiro. Em Porto Alegre, o lançamento do ato contou com a presença do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga.
“Não podemos deixar que esse mosquito nasça, um mosquito que transmite doenças”, afirmou Braga em um ato iniciado por volta das 8h30 na Zona Leste de Porto Alegre. “Sem nenhuma dúvida é uma oportunidade do Brasil demonstrar que unidos podemos vencer as dificuldades. Já fui governador do Amazonas e já enfrentei esse mosquito. Sei da união que é necessária para vencer essa situação”, completou, citando sua experiência com o tema.
Ele ressaltou ainda a necessidade de acabar com os criadouros dentro dentro de casa, uma vez que as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, segundo Braga, podem afetar toda uma geração. “(os mosquitos) Te atactam e também transmitem doenças que podem te matar e, no caso da microcefalia, afetar toda uma geração de brasileiros”.
Já o governador José Ivo Sartoti lembrou da mobilização vivida em Porto Alegre após o temporal do dia 29 de janeiro, quando o vento de mais de 120 km/h derrubou árvores e deixou bairros por dias sem fornecimento de energia elétrica e água. “Tivemos um belo exemplo com a catástrofe que abalou a capital, de que a mobilização foi quase uma preparação para essa mobilização nacional”, afirmou.
Após o lançamento da mobilização, autoridades acompanham militares do Exército brasileiro durante a visita a algumas residências e estabelecimentos comerciais.

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